sexta-feira, 18 de maio de 2012

Recursos Energéticos


A primeira forma de energia que o homem utilizou foi o esforço muscular (humano e de animais domesticados), a energia eólica (vento), e a energia hidráulica, obtida pela corrente dos rios. Posteriormente, com a Revolução Industrial, na segunda metade do séc. XVIII e no séc. XIX, surgem as modernas máquinas, sendo as fontes de energia mais utilizadas a madeira e o carvão.
No século XX, com a invenção do motor de explosão, o petróleo começou a ser o principal recurso energético.
Actualmente, os recursos energéticos que podem ser utilizados pelo homem são de dois tipos: não renováveis e renováveis.
Os combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural) são recursos não renováveis isto é, um dia se esgotarão completamente; eles também são muito poluidores, pois o seu uso implica muita poluição do ar. Por esses motivos eles estão actualmente em declínio, em especial o petróleo. Assim, o Homem teve a necessidade de encontrar energias alternativas para suprimir as suas necessidades e eliminar os problemas ambientais. Das alternativas possíveis são a energia eólica, solar, hidroeléctrica, geotérmica, marés, ondas, biomassa e biogás.
As fontes de energia estão ligadas ao tipo de economia: quanto mais industrializada ela for, maior será o uso de energia.

As energias não renováveis são cada vez mais utilizadas em todo mundo.
Fonte

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Colisões galácticas


Fonte: NASA, ESA, CFHT, CXO, M.J. Jee (University of California, Davis) and A. Mahdavi (San Francisco State University)
Esta imagem parece uma amálgama bem estranha entre Star Trek e um hit da época disco, no entanto é na verdade foto da matéria escura e de gás quente no coração do aglomerado de galáxias Abel 520.
A 2,4 biliões de anos-luz da Terra, este aglomerado formou-se a partir do choque duma série de aglomerados menores de galáxias, nos escombros detas colisões, os astrónomos encontraram um núcleo enorme de galáxias brilhantes e uma fonte de estudo da matéria escura.
Esta imagem combina registos de três diferentes telescópios, o Hubble, o Chandra e o do Havaí.
A cor natural das galáxias foi camuflada com a luz estrelar laranja, e as áreas verdes representam as nuvens de gás quente que permaneceram da colisão. 
É a parte central azul do mapa que mostra a localização da maior parte da massa do Abell 520, com muito gás, mas poucas galáxias. Este núcleo denso de matéria escura revela que as galáxias não estão ancoradas à matéria escura, como outrora se pensava.
Fonte: [NewScientist]

terça-feira, 15 de maio de 2012

Nascimento de um Iceberg

Foto

    Fala-se muito sobre sobre as calotes polares, os icebergs a derreter e o aquecimento global, mas já alguma vez viste o nascimento de um destes montes de gelo flutuante? 
   Cientistas da NASA tiveram a sorte de estar no lugar certo no momento certo e capturaram imagens impressionantes deste nascimento.Estes sobrevoaram a Antárctica, quando encontraram o que parecia ser uma fenda no gelo, com cerca de 80 metros de largura, 60 metros de profundidade e 29 quilómetros de extensão. 
   Agora, a NASA divulga animação 3D que mostra a fenda mais de perto. A fenda ocorreu numa das maiores calotes na Antárctica , a Pine Island Glacier. Os cientistas acreditam que esta se vai expandir e dar origem a um iceberg que pode ir até 900 quilómetros quadrados.

Vejam este vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=r5E4ES0PCAA&list=HL1337331340&feature=mh_lolz

sexta-feira, 11 de maio de 2012

O nascimento de 20 mil estrelas


    Esta confusão de gases e luzes é a nebulosa Carina que se encontra a 7.500 anos-luz, formando cerca de 20 mil estrelas. Muitas delas são massivas o que as deixa muito quentes, azuis e luminosas.
   Estás a ver a estrela mais brilhante à esquerda? É a Eta Carina, uma das maiores da nossa galáxia.
  Em 1843 esta causou uma supernova que libertou dois "pedaços" de matéria com quase a mesma massa do sol, no entanto esta continua ali, e estes pedacinhos viajam pelo espaço a 700 km por segundo.
   A Eta Carina brilha 4 milhões vezes mais que o sol, então imaginem quando esta explodir de vez...

Fonte: [DiscoverMagazine].

quarta-feira, 9 de maio de 2012

Fotos da ISS pelo twitter

   O astronauta Andre Kuipers, da Estação Espacial Internacional (ISS) publicou diversas fotos no seu twitter, sendo nos possível desta forma admirar a beleza do nosso universo e agradecer às novas hipóteses que se abrem aos nossos olhos. Oportunidades estas que não seriam passíveis senão houvesse tal desenvolvimento tecnológico. Estamos na era da comunicação e tecnologia.

Londres.

Norte da Europa e Aurora Boreal.

Padrões do gelo em Okhtosk, na Rússia.

Reino Unido e Irlanda, e a Aurora como fundo.



Europa.

Kuipers a bordo da Estação Espacial.

Os padrões das ondas no lago Erie, parte Canadiense.
Fonte: [Telegraph].

sábado, 5 de maio de 2012

5 mitos sobre a Lua


Sábado passado, 5 de maio, aconteceu um fenómeno astronómico interessante, a “superlua”.
Trata-se de uma coincidência entre o perigeu lunar (o ponto da órbita em que ela está mais perto da Terra) e a lua cheia, proporcionando uma lua que é visualmente 14% maior e 30% mais brilhante que uma lua cheia normal.
Em homenagem a tão belo espetáculo, aqui vão 5 concepções erradas sobre a lua, que fazem parte principalmente do folclore dos gringos e tratam de temas tão variados como a loucura e os lunáticos, a fantasia que o pouso lunar foi uma fraude, e como começou toda a história que a lua era feita de queijo.
Autor: Dmtriy S. Benbau em Ekaterinburg, Russia 19 de Março durante a chamada "superlua". 

LUNÁTICOS, LUNÁTICOS
A palavra “lunático” tem suas raízes na palavra “lunar”, e um bando de gente, de enfermeiras a bombeiros e policiais, garantem que quando é lua cheia, as coisas costumam “esquentar”.
Mas esta cópia barata do mito do lobisomem não se sustenta. Em 1985 foi feita uma pesquisa sobre os momentos das crises mentais e a fase da lua, e se descobriu que o folclore que liga a lua cheia a partos, comportamento criminoso e outros distúrbios, não tem base científica. 
Da mesma forma, a pesquisa não encontrou ligação entre o resultado de cirurgias e a fase da lua.
Porém, seu bichinho de estimação pode precisar de uma visita ao veterinário na lua cheia, mas neste caso parece que a culpa é dos donos, que, por causa da noite iluminada, acabam ficando mais tempo fora de casa com seus bichinhos, aumentando as hipótese de lesão.

SUPERLUA DAS CATÁSTROFES
A razão de existirem superluas é por que a órbita da lua não é perfeitamente circular. Quando ela está mais perto da Terra por conta da órbita elíptica, ela dá um puxão gravitacional um pouco mais forte à Terra. Mas não é nada que a Terra não consiga dar conta.
As forças de maré sobre a Terra são 42% mais fortes quando a lua está mais perto, o que causa alterações na altura das marés, mas não há nenhum efeito notável sobre terremotos e tsunamis (uma força minúscula aumentada em 42% continua minúscula).
John Bellini, um geofísico que trabalha no U. S. Geological Survey, contou ao Life's Little Mysteries que “muitos estudos deste tipo foram feitos por cientistas e não foi descoberta nenhuma ligação significativa”.
Curiosamente, o nome “superlua” não é da astronomia, mas da astrologia.

A FRAUDE DO POUSO LUNAR
Nós temos os vídeos. Nós temos as rochas. Nós temos uma dúzia de astronautas que retornaram orgulhosos para a Terra para contar como é caminhar sobre a lua. Mas as teorias conspiratórias dizendo que os pousos lunares foram uma fraude simplesmente não morrem.
Estas teorias conspiratórias são inumeráveis e variadas, indo de alegações que não havia poeira sobre o apoio da Apolo 11 e que por isto tudo deve ter acontecido dentro de um estúdio de som, a teorias sobre amostras de rochas serem falsificadas.
Não adianta observar que na lua não há atmosfera e a gravidade é menor e por isto os grãos de poeira se comportam diferente, ou então que as amostras tem sido examinadas por cientistas do mundo inteiro, que inclusive conseguem apontar microcrateras causadas pelo impacto de micrometeoritos, e que a proporção de isótopos não pode ser forjada.
Por mais infundadas que sejam, as teorias conspiratórias podem ser frustrantes para todos aqueles que arriscaram suas vidas para chegar à lua. Em 2002, Bart Sibrel levou um merecido soco do septuagenário Buzz Aldrin, depois de perseguir o astronauta chamando-o de “covarde” e “mentiroso”, exigindo que ele jurasse sobre a Bíblia que tinha pousado na lua.

QUEIJO VERDE?
Não é que a gente precise explicar que a lua não é feita de queijo, mas estamos aqui para explicar o mito que alguém algum dia acreditou: que a lua fosse feita de queijo verde. Este mito do queijo parece ter começado com um par de versos sardônicos do poeta inglês John Heywood (1497-1580) que escreveu “Ye set circumquaques to make me beleue/ Or thinke, that the moone is made of gréene chéese.” (“Vocês fizeram de tudo para me fazer crer/Ou pensar, que a lua é feita de queijo verde”).
Em outras palavras, a primeira menção que se tem da lua ser feita de queijo verde era na verdade fazendo piada da ideia de que alguém acreditaria que a lua fosse feita de queijo verde.
Aparentemente, o poeta Heywood subestimou as crianças americanas do século 20. Um estudo publicado em 1920 no American Journal of Psychology entrevistou crianças pequenas sobre suas crenças acerca da lua e descobriu que a explicação mais comum para ela era de que era feita de queijo. Outras teorias incluíam trapos, Deus, papel amarelo, e “pessoas mortas que se unem em círculo de luz”.

A AMÉRICA DA GUERRA FRIA ERA LOUCA PELA LUA
Atualmente, as pessoas lembram os anos da corrida espacial de 1950 e 1960 como sendo uma época em que a NASA tinha extenso apoio público. Na verdade, o apoio para a exploração lunar na época era próximo do que é visto hoje.
Durante o programa Apollo, de 45% a 60% dos americanos acreditavam que o governo estava gastando dinheiro demais nos voos espaciais, de acordo com um estudo publicado em 2003 no periódico Space Policy. Pesquisas de opinião nos anos 1960 colocavam as missões espaciais no topo dos programas que os americanos gostariam que fossem cortados, conforme descobriu o pesquisador e historiador Roger Launius.
“O público nunca teve muito entusiasmo sobre a exploração lunar, especialmente em relação aos custos associados à mesma”, aponta Lanius. O pouco entusiasmo foi se apagando com o tempo, “até que ao final do programa Apolo, em dezembro de 1972, o programa passava a imagem de um maratonista claudicante, forçando todos os músculos para alcançar a linha de chegada antes de desmaiar”.

Infelizmente, em breve esta reportagem irá resultar numa discussão de conspiração da ida à Lua.  Gostámos da reportagem, estes mitos sobre o nosso satélite são apenas alguns dos muitos que existem e contam a história das interpretações culturais sobre aquela que é a rainha das nossas noites, a lua.
Em algum momento deste mesmo século, a presença humana no sistema solar será algo sem importância e a Lua terá um papel importante nisso. No filme “Lunar” a Lua desempenha o papel de fonte de energia do futuro, através do Hélio 3, existente na superfície lunar. De fato, esse elemento é raríssimo na Terra e abundante na Lua. O filme é interessante, mas a vida daquele astronauta na base lunar é tristonha, mas apostamos que muitos gostariam…
Em “Perry Rhodan”, uma das literaturas de suposição do futuro espacial mais bem sucedidas, a Lua é a base administrativa da humanidade, em suas cavernas fica um super computador gigante, chamado “cérebro positrónico”. Embora antiga, essa literatura apresenta-nos o método mais provável de permanência na lua, as cavernas, onde estamos protegidos das radiações do espaço e dos micro-meteoros.
Recomendamos o filme Lunar, ele adapta-se bem à vida na superfície lunar e às necessidades como exercícios intensos, máquinas e bases com ótimas arquiteturas e design tão robusto e sofisticado quanto precisa de ser numa base lunar. Ver a Terra no céu do deserto lunar é um dos momentos únicos do filme, ela aparece 4 vezes maior e 40 vezes mais brilhante do que a Lua cheia no nosso céu. Mas claro, este privilégio é só para “Lunáticos”.